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Vitrina – união de duas tendências no varejo

As tendências e novidades no varejo eletrônico têm corrido mais depressa do que nunca, mas algumas delas podem ser destacadas das demais. O marketplace brasileiro Vitrina parece ter unido duas das principais vertentes de evolução no comércio online: o social commerce e a intensificação do mercado de moda nesse meio. O Vitrina comporta a venda e compra de peças de vestuário novas e usadas, trafega nas diversas plataformas disponíveis e, diferentemente da maioria  das plataformas brasileiras utiliza uma versão mais globalizada na gestão de pagamentos (e mais rápida para resgatar sua grana) – o PayPal.

Para esclarecer algumas questões acerca do modelo e também do investimento recém-alcançado de R$ 1 milhão, o sócio-fundador e CEO Saulo Marti respondeu uma série de perguntas da Startupeando.

“Nós acreditamos que o mercado de marketplaces mobile, especialmente o de moda, ainda tem muito a crescer. Segundo a última pesquisa WebShopers (ebit), moda já é a categoria mais vendida em volumes de pedido no e-commerce brasileiro. Já sobre o e-commerce mobile, sua representatividade nas vendas online quase triplicou entre 2012 e 2013. Em relação ao Vitrina, nós estamos já temos mais de R$ 200.000,00 em produtos cadastrados e esperamos chegar a R$ 2.000.000,00 até o final do ano“.

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Público e perfil

Saulo afirma que o público do Vitrina é bastante variado, porém traça alguns parâmetros a respeito do usuário atual e dos planos da startup. “Por enquanto os usuários mais ativos do Vitrina são mulheres entre 17 e 28 anos. Esperamos crescer com esse público e estamos tomando medidas para aumentar o número de usuários masculinos de 10% para 22% do total“, explica.

“Além das pessoas físicas, o Vitrina tem atingido muitas marcas, lojas e designers independentes por se apresentar como um inovador canal de divulgação para os produtos.”

O fundador também comenta que os valores gastos e perfil dos produtos comercializados é difícil de se enquadrar em uma única categoria, mas estabelece alguns parâmetros. “Já realizamos transações de diversos tipos de peças. Os produtos estão muito bem divididos em termos de categorias. Acessórios, shorts, saias e blusas estão entre as mais vendidas. O ticket-médio é de R$ 80,00, sendo que o produto mais barato foi de R$ 10,00 (um brinco) e o mais caro de R$ 400,00 (um calçado). Os preços têm se mantido abaixo da média dos shopping centers, mas por termos usuários e lojas de diversos perfis temos uma grande variedade de produtos e preços, dos mais baratos aos mais caros”.

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Investimento

Vitrina recebeu investimento recentemente de R$ 1 milhão, fechado com o investidor-anjo Christian Ribeiro (CEO do BoaCompra). Apesar do BoaCompra estar ligado à UOL, Saulo explica que o aporte não teve qualquer relação com o grupo. “Nós não temos nenhum relacionamento específico com o UOL, o nosso aporte foi um investimento anjo realizado como pessoa física, do Christian Ribeiro, e não jurídica. Não temos planos para migrar para a plataforma do portal e nunca tivemos conversas com mais ninguém do grupo sobre aportes ou planos futuros”.

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