Vídeos – minha startup precisa mesmo de um?

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Moda é algo complicado. Até aqueles que não a levam muito a sério se sentem tentados a segui-la, temerosos por permanecer retardatários. No campo de startups, algo que se firmou como uma tendência é o uso de vídeos explicativos, muitas vezes já nas fases Alpha e Beta de novos aplicativos ou ferramentas. Tais vídeos têm como objetivo, além de obviamente promover a empresa e o produto, explicar ao potencial cliente o funcionamento da plataforma ou mesmo sua necessidade e aplicação.

Porém, como em todo mercado regulado pela oferta e demanda, a produção de vídeos se tornou simplesmente cara demais. Além disso, considerando que hoje em dia pouco mais de 30% dos brasileiros com acesso à banda larga usufruem de um serviço de 2 Megas ou mais, vídeos podem muitas vezes ser simplesmente pesados demais para acesso nas plataformas mais populares. Isso tudo levanta a questão: preciso mesmo de um vídeo para meu novo negócio?

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Recorrendo a alternativas

Muitas vezes recorrer a alternativas ao vídeo em sua startup pode significar não apenas uma vultosa economia de custos, mas também um ganho em termos de marketing, velocidade e por vezes de experiência do usuário. Algumas alternativas são mais leves do ponto de vista de acesso, menos dispendiosas e mesmo mais adequadas do ponto de vista do design e diagramação.

  • Sliders:os já difundidos plugins e scripts, a maioria usando rotinas e bibliotecas JQuery e Javascript, permitem realizar evoluções e contar histórias por meio de imagens e textos estáticos, que se movem de acordo com um timer predefinido. São inúmeros os plugins gratuitos, sendo quase a totalidade deles configuráveis e customizáveis. Você continua tendo que bancar um ilustrador, mas sua própria equipe de desenvolvimento pode assumir a responsabilidade pela animação e configuração das imagens e textos;

    Design Thinking

  • Infográficos: animados ou não, os infográficos são uma tendência em alta, tanto ou mais do que os vídeos. Especialmente se o seu produto se destina a empresas e empreendedores, este é um expediente indicado para uso nas explicações e mesmo no marketing e divulgação de seu novo negócio;
  • Design thinking: o uso de lousas ou flipcharts com proposições e argumentações com o uso de técnicas de design thinking pode tornar apresentações e reuniões mais dinâmicas e proveitosas. O mesmo se aplica a plataformas e websites – esboços ilustrativos e esquemáticos de sua ferramenta podem agradar mais o usuário e permitir o entendimento de seu produto num piscar de olhos;
  • Storyboards: utilizando-se de técnicas similar à usada em roteiros e produções, desconstruir o material que seria utilizado para produzir o vídeo, trabalhando apenas com os esboços das principais cenas e quadros, desenhando um organograma sequencial, que além de contar uma história explica passo a passo a ferramenta para o usuário.
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