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Vandal – camisetas em troca de um ‘sorriso’

Essa é a principal proposta do novo site carioca de camisetas personalizadas Vandal, segundo Ricardo Dullius, um de seus fundadores. Eu sei, parece um slogan brega, mas Dullius explica a fundo e, pessoalmente, realmente convence. A Vandal surge como mais uma opção em um pulverizado e movimentado mercado de moda “on demand“, que inclui Camiseteria, Design by Humans, Chico Rei, a americana Threadless e toda a sorte de confecções e gráficas digitais que hoje produzem camisetas mediante o envio da estampa em arquivo digital.

A chave do Vandal em relação à concorrência (que eles próprios fazem questão de indicar para os usuários, quando estes não encontram estampas que apreciam) é a curadoria realizada pelos próprios donos do site. “Nós fazemos uma curadoria interna pra destacar as estampas na home e deletar estampas que possam ser plágio ou ter problema de direitos autorais”, explica Ricardo. Ainda que o fator possa ser um limitador em relação à escalabilidade, acaba sendo por outro lado o próprio ponto forte do Vandal – basta olhar a página inicial do site para entender.

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Duas frentes

Dullius explica que a Vandal possui, na verdade, duas propostas de geração de valor em paralelo. Ao mesmo tempo em que produz “qualquer estampa e em qualquer quantidade”, via artes submetidas por designers e usuários, também possui ferramenta que imprime camisetas a partir do Instagram. Em termos de preço, patamares compatíveis com a concorrência direta e razoáveis em relação ao mercado de camisetas em geral. Ricardo ainda faz questão de chamar atenção para o “foguete de compras” e a embalagem é de fato um foguete estilizado.

Ricardo e seu sócio, Arturo Edo, fazem questão de ressaltar suas diferenças em relação aos benchmarks Camiseteria e Threadless.

“(As duas) usam um modelo completamente diferente da gente. Eles não fazem camisetas personalizadas. Ele só vendem camisetas aprovadas no concurso em tiragens limitadas. A gente vende qualquer estampa em qualquer quantidade. Com isso as estampa se tornam mais exclusivas e temos uma variedade que agrada uma variedade maior de estilos”.

 

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“Só o começo…”

Ricardo promete também que as camisetas, assim como o ambiente online, serão apenas o começo: “já participamos da Feira Hype aqui no Rio e temos planos de lançar um loja física em 2014”. Além da venda física, os empresários devem incluir gradativamente uma série de outros produtos além das camisetas, que devem incluir cases para iPhone, iPad e laptops, sacolas, quadros e posteres, além de outras peças no segmento de vestuário, como agasalhos, por exemplo.

Lançada no final de 2011, a Vandal já vende cerca de 600 camisetas por mês e conta com mais de 140 mil ‘likes’ em sua fan page, além de 65 mil visitas únicas mensais no website.

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