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Tagpet – ensinando truques a seu QR code

Os chamados QR codes ganham rápida popularidade em todo e qualquer segmento da economia. Em seu início, figuravam em anúncios publicitários, geralmente com o mero intuito de direcionar clientes para a homepage das marcas, com o uso de smartphones. Porém, o armazenamento de outros tipos de dados, mais complexos, completos e diferenciados, levou o QR code a cartões de visita, formulários, livros e muitos outros lugares, encaminhando usuários de celulares a vídeos, dados de contato, formulários de e-mail ou cadastro e muito mais.

Agora chegou a vez dos nossos bichinhos de estimação… mas, esqueça a história de robôs amestrados, para lá e para cá. Já foram inventados muitos, mas o bom o velho animal de estimação de verdade não sai de moda. Então, a saída foi ensinar novos truques, mas dessa vez aos QR codes e não aos bichinhos. A TagPet parte de uma ideia simples: cadastrar animais via uma “medalhinha” com um QR code, colocada nas coleiras ou guizos dos animais de estimação. Com esse código, os animais podem ser cadastrados em um sistema na nuvem, que guarda informações, fotos, dados sobre vacinação e visitas a veterinários, banhos, localização e tudo mais que o usuário quiser.

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O “circuito startup” pode esperar

A grande maioria das startups da atualidade segue uma lógica: surge a ideia, bola-se um MVP e uma versão beta e a partir daí, participa-se de todo e qualquer evento do limitado “circuito” em busca de premiações e investidores. A TagPet resolveu variar. “Participamos de diversos eventos voltados a startups, porém chegamos a conclusão que não era mais o momento de participar deles. Neste momento é preciso tornar a TagPet conhecida de seu público potencial; com esse pensamento, a TagPet em 2013 voltou suas atenções para diversos eventos do segmento pet para tornar a empresa cada vez mais conhecida e esta tendo um ótimo retorno”, comenta Fernando Henrique, fundador da empresa.

“Estivemos presentes na feira PetShow em São Paulo, estaremos presentes na Feira Pet em Sorocaba e estamos iniciando parcerias com diversas clinicas veterinárias e pet-shops”

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Venda com intermediário

Outro aspecto que diferencia a TagPet da maioria de suas primas startups: ao invés de simplesmente vender seus produtos por meio da internet, utiliza uma rede crescente de parceiros, que oferecem seus produtos para prestar melhor seus serviços. “A TagPet neste primeiro momento gera receita com a venda de produtos para o consumidor final por meio de seus parceiros (petshops, clinicas veterinárias, lojas online), diferente de alguns modelos adotados pela concorrência, nos quais a venda é feita diretamente”, explica Fernando.

A startup acredita que, usando uma rede de parceiros que já possuem expertise na área pet, agrega maior valor a seu produto, sob o olhar dos clientes finais. Em um segundo momento, com uma forte base de clientes e usuários, Fernando pretende ofertar novos serviços e funcionalidades, não apenas ao usuário final, mas também aos parceiros e estabelecimentos.

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Um ano duro

TagPet já tem um ano de vida e percorreu a duras penas as primeiras etapas de seu ciclo de vida, como comenta Fernando. Pessoas que desistiram, se foram, outras que surgiram e apareceram, às vezes no momento certo, outras vezes nem tanto.

“A lição que fica é que uma startup não é uma ideia apenas, uma startup é uma equipe focada em alcançar seus objetivos e que as vezes levam mais tempo do que se imagina”.

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