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Plizter – buscando a abordagem correta para o social commerce

Os caminhos do social commerce e do mobile commerce ainda estão indefinidos e, a despeito da proliferação de startups nesses segmentos, a “abordagem correta” e vitoriosa ainda está por se comprovar. É o que acredita Rafael Pereira Passos, um dos cofundadores da plataforma Plizter. Essa startup também aposta em uma abordagem social das vendas e indicações na internet, em uma plataforma fortemente visual e com claras inspirações no Pinterest.

“Sim, o Pinterest foi uma de nossas fontes de inspiração. Analisamos detalhadamente algumas plataformas que estão bombando, principalmente as lá de fora, tentando entender qual o caminho que a internet está tomando no mundo”, comenta o empresário.

 

Foco no produto e navegabilidade

Foco no produto e navegabilidade

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O caminho das pedras…

O social commerce é um campo cada vez mais disputado e Passos, bem como os demais idealizadores do Plizter, não estão cegos a isso. “Apesar do social commerce ser uma das grandes tendências da internet, acreditamos que ainda não surgiu um líder de mercado e nem a abordagem campeã. Também acreditamos que não haverá lugar para muitas e quem prevalecerá será aquele que realmente entregar valor para o usuário”.

O empresário lembra que a recomendação de compras sempre existiu na história e que, agora, estamos trazendo essa importante arma do marketing para o contexto da internet. “Quem conseguir criar um sistema de recomendações que entregue produtos que o usuário realmente queira e o forneça informações para ele fazer uma melhor compra, terá grandes chances de prosperar.  Nisso não cabe somente a indicação de amigos, mas o aprendizado da plataforma sobre o perfil de compra do usuário, dos tipos de loja que ele gosta, entre outros fatores”, explica o cofundador do Plizter.

O nosso foco é ser um grande organizador e facilitador de compras na internet.

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Modelo em duas etapas

O modelo de negócio do Plizter, como explicou Passos, prevê a geração de receita em duas etapas. Inicialmente a plataforma foi concebida para funcionar em consonância com programas de afiliados de sites de e-commerce. “Estamos implementando atualmente alguns sistemas de afiliados, os quais nos remuneram por CPV, ou seja, ganhamos um percentual do valor de venda em cima de cada venda originada dentro do Plizter“, detalha. Contudo, em uma segunda fase o site pretende também gerar receita a partir da venda de anúncios dentro da plataforma, buscando um formato de propaganda nativo.

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