Modelos de negócio na área de saúde

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Algumas startups, como a já citada Pega Plantão, estão descobrindo que o segmento de saúde pode ser uma boa opção de investimento na web 2.0. No Brasil, já há algumas empresas enveredando esse caminho, porém no exterior as coisas já seguem mais aceleradas nesse setor, e diversos modelos de negócio dão ao menos o que pensar aos empreendedores brasileiros. A Startupeando separou alguns deles, os quais sem dúvida possuem boas chances de sucesso no mercado brasileiro.

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“Farmácia Popular” online

O CouponDoc, da cidade americana de Atlanta, aproveitou a nova onda dos sites de cupons-desconto para atacar uma área sempre polêmica e dispendiosa nos EUA: saúde e medicamentos. Uma espécie de “farmácia popular”, o site simplesmente cataloga e anuncia cupons de desconto para uma série de medicamentos. A ferramenta ainda compara preços e promoções a partir dos descontos anunciados, e permite salvar as pesquisas, para posterior consulta.

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Teleatendimento que funciona

A irlandesa Cara Health criou um sistema que, a partir de questões e pesquisa aplicados a pacientes e segurados por funcionários de teleatendimento de planos de saúde e clínicas, pode determinar a gravidade ou estado de saúde desses pacientes, bem como a necessidade de atitudes mais ou menos emergenciais. O sistema gera avisos e classificações nos prontuários que podem posteriormente auxiliar médicos e profissionais de saúde em sua tomada de decisões para ações preventivas.

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“Analytics” para medicamentos

O Needl é uma ferramenta de análise, que permite que questões a respeito de medicamentos sejam analisadas a partir de sua presença nas principais redes sociais, e posteriormente depuradas por padrão, estado, enfermidade ou período. O sistema traça gráficos que permitem auxiliar na tomada de decisões de empresas ou instituições, entre farmacêuticas, planos de saúde e hospitais.

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Gadgets, por que não?

O SwipeSense, desenvolvido por empreendedores do estado americano de Illinois, é um pequeno acessório do tamanho de um celular, que permite facilitar a higienização das mãos por profissionais de saúde, médicos e enfermeiros. Mas a real utilidade do equipamento não pára por aí: os fundadores dizem que o objetivo é reduzir o número de infecções causadas em hospitais, monitorando hábitos e frequência de higiene. O aparelho possui dispositivo wireless que envia dados, que podem ser posteriormente tratados e categorizados para gerar estatísticas e métricas.

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Diagnóstico de imagem de bolso

Outra iniciativa interessante é a da startup CellScope. A empresa teve a ideia de utilizar os dispositivos de foto e filmagem de smartphones para criar uma possibilidade de diagnósticos por imagem à distância, permitindo prognósticos mais eficientes e ações emergenciais. A empresa desenvolveu desde acessórios, que podem ser acoplados em celulares, para análise auricular ou dermatológica, até softwares de análise por coloração e comparação.

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