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GetNinjas – mais abonado, site sai à caça de programadores

O site GetNinjas já ganhou notoriedade e certamente já registrou sua marca no anedotário da internet brasileira. Porém, com o ingresso de novo investimento de R$ 6 milhões da Otto Capital,  Monashees Capital e Kaszek Ventures (sendo que os dois últimos já haviam realizado aportes na plataforma em 2011), o site agora planeja novos features e melhorias no sistema e sai também à caça de programadores Ruby on Rails, cada vez mais raros por sinal.

A Startupeando ouviu Eduardo L’Hotellier, CEO do GetNinjas, a respeito das mudanças que virão com o novo aporte e algumas das estratégias da empresa para manter seu posicionamento no concorrido mercado de sites de empregos e “freelancers”.

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Mão-de-obra difícil

Como muitas das startups de hoje em dia, o GetNinjas necessita de desenvolvedores que operem com o framework Ruby on Rails, profissionais muito demandados e ainda bastante raros em terras brasileiras. Não são poucas as empresas que chegam a recorrer à mão-de-obra remota, de outros países e regiões, para atender a suas necessidades de programação nessa linguagem.

“Uma alternativa é contratar profissionais que já possuem um bom conhecimento em outra linguagem e a vontade de aprender Ruby”, comenta Eduardo.

Contudo, ele não descarta a possibilidade de uso de profissionais estrangeiros, embora preferisse traze-los para o Brasil, para integrar sua equipe presencialmente. “Estamos conversando com alguns desenvolvedores de outros países, principalmente Estados Unidos e Argentina. Nossa intenção é trazê-los para trabalhar no Brasil conosco. Achamos home-office interessante, mas gostamos de trabalhar juntos, a dinâmica flui melhor”.

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Necessidade de liderança

A concorrência no segmento do GetNinjas não é pouca. São diversos sites de emprego e recursos humanos, muitos inclusive voltados à contratação de serviços e “freelas”, como é o caso do americano Freelancer.com e do recente Recomind, respaldado por nada menos que o Buscapé.

“Em nosso mercado temos também o que se chama de “efeito de rede”: os prestadores de serviço tendem a ir para a plataforma que possui mais clientes, e os clientes tendem a ir para a plataforma que possui mais prestadores. É o mesmo efeito que vemos na disputa entre Google+ e Facebook, mas a história ensina que se não possuir o melhor produto no longo prazo se perde a hegemonia (como aconteceu com o MySpace)”, explica o executivo.

Entre as melhorias já previstas, Eduardo diz que a maioria está relacionada à velocidade de comunicação entre contratantes e profissionais, incluindo ‘features’ como avisos via SMS, por exemplo.

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