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Easytaxi – nas “12 cidades da Copa” ainda este ano

Uma das startups mais faladas no noticiário durante o final de 2012, a carioca Easytaxi emplacou seu aplicativo não apenas junto aos fundos e investidores do segmento de tecnologia (a empresa, rodando desde abril passado, recebeu aporte de US$ 10 milhões do fundo de investimento alemão Rocket Internet). Uma estratégia de mídia e ‘customer acquisition’ bem estruturada e a rapidez de ação, escalabilidade e jogo de cintura dos fundadores da empresa fizeram com que a Easytaxi ganhasse popularidade e usuários com velocidade, mas o trabalho apenas começou, como deixa claro o fundador Tallis Gomes, ouvido pela Startupeando.

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Primeiro a “Copa”, depois o “Mundo”

Muitas startups ganham as páginas do noticiário nacional, para depois estabilizar seus negócios e relaxar com os ganhos de popularidade, gastando toda sua munição no período que antecede a fama e deixando pouco para crescer após virarem sensação. Esse não parece ser o caso da Easytaxi: de acordo com Tallis, os planos para 2013 são consideravelmente mais ambiciosos que os levados a cabo até o momento.

“Nos estabeleceremos nas doze capitais da Copa”, comenta Tallis a respeito da estratégia geográfica da startup para o mercado brasileiro. O serviço já atende em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro e a Easytaxi já iniciou sua incursão na Ásia, começando com Seul, na Coreia do Sul, além de já abarcar grandes capitais da América Latina: Cidade do México, Caracas (Venezuela), Lima (Peru) e Bogotá (Colômbia). Outras capitais nacionais, como Salvador e Curitiba, já estão na rota, além de cidades latino-americanas, como Santiago do Chile e Buenos Aires.

Mas os planos de Tallis não se restringem ao Brasil, América Latina, ou mesmo Ásia. “Abriremos uma filial da Easytaxi em todos os continentes”, promete o fundador.

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Carangola?

Esse é o nome da pequena cidade de trinta e poucos mil habitantes na qual Tallis nasceu. O tamanho reduzido não era fator impeditivo para o garoto, que aos 14 anos já usava o Mercado Livre como ferramenta para a distribuição local de celulares e compra e venda de aparelhos usados online.

O conceito da Easytaxi só saiu muito mais tarde, no Startup Weekend do RJ, em 2011. Nele, Tallis se juntou a outros participantes para criar um modelo viável de produto que rastreava veículos urbanos também, porém com foco em ônibus. Conta Tallis que, durante a volta da última madrugada do evento,  esperou uma hora até conseguir um táxi (acredito tranquilamente), e acabou esboçando a ferramenta no mesmo dia (ou noite).

Perguntamos ainda a Tallis a respeito do mercado corporativo – cooperativas e centrais de rádio táxi prestam hoje serviços a milhares de empresas em São Paulo, Rio e outras capitais, e de um modo geral, insatisfações são cotidianamente explicitadas por usuários. Tallis comenta que grande parte das ideias para o aplicativo vieram da experiência de usuário pessoa física, mas que nesta nova etapa, a Easytaxi já está ciente da importância e problemas do mercado empresarial e que deve em breve lançar um serviço próprio para esse público (e também para gerar mais receita!).

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