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Axado – logística… problema de uns, modelo de negócio de outros

Não é uma tendência nacional – em todo o mundo, startups surgem para responder a problemas e gargalos logísticos, especialmente em razão do rápido crescimento do varejo e mesmo do atacado via internet. No Brasil, alguns sites já implementaram modelos de “pool” de capacidade de carga vaga, como alternativa de frete para clientes em sua rede, como é o caso da Fretejet, já ouvida pela Startupeando. Mas os problemas logísticos brasileiros apenas se agravam e soluções mais voltadas ao mercado B2B são cada vez mais demandadas. Nesse quesito, os catarinenses da Axado estão quebrando alguns dos paradigmas do segmento. A Startupeando conversou com Leandro Meintanis Baptista, um dos sócios fundadores dessa startup.

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Startupeando – O problema logístico no Brasil é uma das principais travas ao crescimento. É possível dizer que soluções como Axado surgem diretamente da carência de infraestrutura e organização na logística brasileira, ou também estariam enquadradas em sistemas logísticos mais desenvolvidos e organizados? Como?

Leandro Meintanis Baptista – Sim, soluções como Axado surgem diretamente da carência de infraestrutura organização na logística brasileira. É possível observar essa afirmação comparando soluções semelhantes ao Axado em países desenvolvidos, como os EUA. A facilidade de implantação de uma ferramenta que auxilie no processo de escolha e contratação de transportadoras, é diretamente influenciada não só pela infraestrutura do país, mas também das transportadoras, que vagarosamente vêm se adaptando à tecnologia da informação e principalmente negociações totalmente via internet.

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Startupeando – As ferramentas de geração de receita mudaram um pouco, creio, em relação à proposta original – qual o modelo hoje e como ele contribuiu para o ganho de escala?

L.M.B. – Além do Axado, no qual é cobrada uma taxa por frete contratado, também trabalhamos com um módulo de fretes par e-commerce. Neste segundo, as lojas que utilizam o Axado, têm acesso à diversos serviços de frete simultaneamente, e não precisam negociar tabelas de frete. Além disso, podem oferecer diversas opções de frete aos usuários, que sempre buscam a melhor compra. Neste serviço, o Axado cobra das lojas pela quantidade de requisições de frete mensal.

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Startupeando – O mercado de e-commerce foi bem atacado pela empresa, que dispõe de integrações com as principais ferramentas de CMS para e-commerce. Há outros mercados em vista? Quais?

L.M.B. – Além do e-commece, também estamos criando projetos especiais para empresas. Serão módulos corporativos, voltados a atender demandas específicas da cadeia de logística de transportes.

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Startupeando – Os fundadores veem possibilidades de criar produtos semelhantes, mas em escala internacional?

L.M.B. – No momento estamos focados no mercado Brasileiro. Para este mercado, agregaremos o módulo de frete internacional já no próximo mês.

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