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5 dicas para startups lidarem com fornecedores

Por mais que os modelos nos quais startups operem sejam revolucionários e inovadores, startups às vezes se esquecem de que sempre precisarão de terceiros – empresas que prestarão serviços e entregarão produtos que ela precisará, diariamente, para manter seu modelo rodando. Os fornecedores são parte essencial do sucesso de qualquer empresa – em startups, são ferramentas que podem impedir ou promover seu fracasso, a depender do grau de precaução e cuidados tomados pelos fundadores. Encontrar um bom fornecedor é algo que demanda tempo e não pode jamais ser colocado em segundo plano, porém às vezes nosso setor se esquece de algumas dicas realmente fundamentais nesse sentido.

Cada coisa a seu tempo

Quando você já possui um negócio estabelecido e lucrativo, estender contratos com fornecedores por períodos mais longos de tempo é uma estratégia eficaz para reduzir custos fixos. Em startups, pagar mensalmente é preferível do que entrar em contratos anuais ou bienais. Startups muitas vezes não prosperam e vão adiante e, quando o pior ocorre, você certamente não irá querer ocorrer em multas contratuais.

Deixe os acordos de longo prazo para a fase de ganho de escala de seu modelo e, inicialmente, feche as contas mês a mês, pagando até um pouquinho mais caro, mas evitando cláusulas custosas no caso de fracasso da empresa. Startups têm fama de sobreviver pouco, e seus fornecedores não darão grandes vantagens a longo prazo.

Horários que batem

Estamos em um mundo conectado e não há nenhum problema em se contratar serviços de empresas e plataformas estrangeiras. Apenas tenha certeza de que a empresa da qual você está adquirindo ou assinando um produto esteja em um fuso horário próximo do seu, ou que tenha suporte e atendimento ao longo do horário que você irá de fato usar o produto. Além disso, se ninguém de sua equipe domina o inglês, prefira recorrer a fornecedores equivalentes no Brasil, ainda que pagando um pouquinho mais, pois todas as vezes que você precisar de suporte será um ‘Deus nos acuda’.

Freemium?

Jamais baseie seu modelo de negócios em serviços oferecidos por outras empresas em caráter “freemium“. Esses produtos e serviços podem começar a ser cobrados a qualquer momento e, além disso, é inaceitável que você já comece a operar seu modelo de negócio e estrutura de custos com base em um brinde, promoção, concessão ou exceção de mercado. Serviços freemium iniciam cobranças sem sobreaviso, podem ser suspensos ou modificados, deixando você e seu negócio na mão.

Fuja da “moda” entre startups

Alguns serviços e empresas na internet entram rapidamente na moda, por conta de um produto teoricamente inovador ou simplesmente de um bombardeio de publicidade. Cuidado! Nem sempre a opção mais “falada” é a melhor para sua empresa e, por vezes, mesmo sendo tido como retrógrado por seus colegas, é melhor recorrer a fornecedores mais antigos, que ofereçam menor grau de risco – ter uma startup já é risco mais do que suficiente.

Contrato com o fornecedor

Mesmo quando você recorrer a serviços completamente na nuvem, leia e mantenha consigo contratos, termos e documentos que possam respaldar sua empresa no caso de perdas, falhas no serviço, cobranças indevidas e qualquer outro problema dessa natureza. Sem contrato, suas alegações são simplesmente palavras ao vento e a coisa tende a ficar pior quando lidamos com um fornecedor de fora do Brasil.



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