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3 startups com modelos focados em arte

No modelo de escala e reprodutibilidade das startups, tudo indica que o conceito de arte deve permanecer bem distante do segmento – mas algumas empresas estão provando exatamente o contrário. Com o auxílio de ferramentas e conceitos online, uma série de empresas vêm desenvolvendo soluções inclusivas para a arte e colocando artistas, pintores, escritores e criativos do mundo offline no contexto do empreendedorismo digital. Separamos aqui alguns projetos e startups que têm utilizado a arte como cerne de seus modelos de negócio.

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Óleo para seu Instagram

Pintura a óleo é coisa do passado, certo? Para o projeto Pixelist, essa premissa é completamente falsa. Dentre as dúzias de startups hoje oferecendo serviços de impressão e reprodução de fotos do Instagram em telas, camisetas, canecas e onde mais você possa lembrar, o Pixelist introduziu o fator artístico para criar um modelo inovador e inusitado de reprodução dos shots do Instagram – pintá-los à mão, em tela, e tinta a óleo. O projeto ainda está em fase de levantamento inicial de fundos – segundo os idealizadores, com US$ 20 mil levantados o projeto já poderá iniciar uma versão beta do sistema.

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Imãs de geladeira… em qualquer lugar

Outro modelo curioso orientado para o ramo artístico é o da startup Displa.io. A empresa admite padrões e criações de designers em sua plataformas e as comercializa em uma plataforma bastante inusitada: chapas de metal, que podem ser fixadas em paredes e superfícies com pequenos imãs, dispensando ganchos, pregos e quaisquer outros métodos que causem danos permanentes às paredes. A ideia central é criar peças que possam ser posteriormente reorganizadas sobre os imãs – uma versão ‘drag and drop’ de quadros e fotos na parede.

Para os artistas, o Displa.io concede 30% de cada venda efetuada. Um segundo modelo ainda permite que usuários criem seus próprios painéis de favoritos, divulgando-os e recebendo 5% de cada venda computada.

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Galeria do século XXI

Talvez uma das mais renomadas startups dentro do segmento de arte, a Artsy implementou muito bem o conceito de galeria de arte tradicional no âmbito digital. Ao contrário de muitas empresas que focam o segmento de arte apenas para produção de itens customizados, como camisetas, cartões, capas de smartphone, entre outros, a Artsy funciona propriamente como uma galeria de arte tradicional, com um acervo separado em coleções e seções específicas com artistas e temas particulares. É possível também comprar algumas das obras expostas, a preços tradicionalmente encontrados em galerias físicas – estamos aqui falando de alguns milhares de dólares, em média.

O raciocínio foi simples – as obras expostas no Artsy na verdade estão fisicamente em coleções, exposições e galerias – é possível assim efetuar lances para compra de peças, conseguir contato com especialistas do próprio Artsy ou das galerias ali representadas e, porque não, ver as obras no próprio contexto das galerias online.

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Um comentário

  1. kleber dantas says:

    Ótimas idéias.